RAPOSAS DE RUA

VOZES INSUBMISSAS QUE ECOAM PELA CIDADE

 
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SERVENTIA DA CASA

"Por que a rua?" Você pode estar se perguntando. A escolhi - ou melhor, ela me escolheu - porque lugar de jornalista é na rua mesmo. Hoje, pela manhã, percebi que preciso de um calçado novo - andar deixa os solados gastos, e de gasto em gasto, a rua nos abraça cada vez mais.

O porquê dos corpos que ocupam a rua? São vários, incontáveis. Só é possível entender quando, com olhos brilhantes e escuta atenta, percebemos as vozes dos becos, das vielas, dos viadutos e praças.

A rua não dá ordem de despejo. É palco de arteiros poetistas que, de tanto ouvirem 'não', resolveram dizer 'sim'. É onde as lutas acontecem. Quando, antes cinzenta e sem vida, é preenchida de cor. 

A porta da rua é a serventia da casa!

 

NO OLHO DA RUA

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GALERIA

 
 

SOLTA O VERBO

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NAS VIELAS

Goiana que "segue reto toda vida", mas sempre se perde pelo caminho. Estudante de jornalismo da Universidade Federal de Goiás, e integrante do coletivo de comunicação compartilhada Magnífica Mundi. Amante de café amargo, cuscuz e pamonha, piadas ruins e autores desconhecidos. Dos cerrados e dos mundos.

Júlia Barbosa